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	<title>a vida é simples &#187; meias palavras</title>
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	<description>a gente é que gosta de complicar!</description>
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		<title>Você tem que encontrar o que você ama</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 16:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tâmara</dc:creator>
				<category><![CDATA[meias palavras]]></category>
		<category><![CDATA[discurso]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[stanford]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[Que Steve Jobs era um gênio, criador e inovador, isso é fato, nem vou entrar nesse mérito!  Mas sua história de vida, resumida em um discurso que ele fez na Universidade de Stanford, em 2005,  é, no mínimo, bastante interessante! &#8230; <a href="http://tamarasleyne.com/2011/10/06/voce-tem-que-encontrar-o-que-voce-ama/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que Steve Jobs era um gênio, criador e inovador, isso é fato, nem vou entrar nesse mérito!  Mas sua história de vida, resumida em um discurso que ele fez na Universidade de Stanford, em 2005,  é, no mínimo, bastante interessante!</p>
<p>Vou postar aqui para, de vez em quando, voltar e ler novamente. Não sei se tenho e terei tanta coragem como ele teve, mas algumas mudanças na vida são necessárias para nossa felicidade!</p>
<p>Poderia postar apenas algumas partes, mas todo o texto é interessante, principalmente para quem não conhece a jornada de Steve.</p>
<p>Se ficar com preguiça, leia só a parte em <strong>negrito</strong>!</p>
<p><span id="more-2434"></span></p>
<blockquote><p>Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. <strong>Eu nunca me formei na universidade</strong>. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.</p>
<p>A primeira história é sobre ligar os pontos.</p>
<p>Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.</p>
<p>Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”</p>
<p>Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.</p>
<p><strong>Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha.</strong> E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. <strong>E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.</strong></p>
<p><strong>Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz.</strong> No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.</p>
<p><strong>Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.</strong> Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão.<strong> Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia.</strong> Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.</p>
<p><strong>Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.</strong></p>
<p>Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.</p>
<p><strong>De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja.</strong> Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.</p>
<p>Minha segunda história é sobre amor e perda.</p>
<p><strong>Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida</strong>. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. <strong>Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados.</strong> Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.</p>
<p><strong>E aí fui demitido.</strong> Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.</p>
<p>Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].</p>
<p>Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. <strong>Foi quando decidi começar de novo.</strong><strong>Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim.</strong> O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. <strong>Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.</strong></p>
<p><strong>A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, <em>Toy Story</em>, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa</strong> e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.</p>
<p><strong>E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.</strong></p>
<p><strong>Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava.</strong> Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. <strong>Você tem que descobrir o que você ama.</strong> Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.</p>
<p><strong>Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida,</strong> e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. <strong>E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.</strong></p>
<p><strong>Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando.</strong> Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar.<strong> Não sossegue.</strong></p>
<p>Minha terceira história é sobre morte.</p>
<p>Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.</p>
<p><strong>Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.</strong></p>
<p>Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.</p>
<p>Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.</p>
<p>Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.</p>
<p>Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.</p>
<p>Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: <strong>ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.</strong></p>
<p><strong>Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar.</strong> E assim é como deve ser, porque <strong>a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida.</strong> É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.</p>
<p><strong>O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.</strong></p>
<p><strong>Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.</strong></p>
<p><strong>Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.</strong></span></p>
<p>Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o <em>Whole Earth Catalog</em>. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.</p>
<p>Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de <em>Whole Earth Catalog</em> e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.</p>
<p>Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:</p>
<p><strong>“Continue com fome, continue bobo.”</strong></p>
<p>Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.</p>
<p>Obrigado.</p>
<p>Steve Jobs, 2005</p></blockquote>
<p>FONTE:  <a href="http://macmagazine.com.br/2008/12/12/transcricao-completa-do-maravilhoso-discurso-de-steve-jobs-na-universidade-de-stanford-em-2005/#ixzz1a1D2j9wY">MacMagazine</a></p>
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		<title>&#8220;Este ano&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 20:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tâmara</dc:creator>
				<category><![CDATA[meias palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[quero paz no meu coração!!!&#8221; Mas nem foi por isso que vim aqui! Vim dar &#8220;satisfações&#8221; por ter sumido (e por continuar sumida até não sei quando). Estamos em Junho e cada dia está mais escasso o número de posts &#8230; <a href="http://tamarasleyne.com/2011/06/13/este-ano/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>quero paz no meu coração!!!&#8221;</em></strong></p>
<p>Mas nem foi por isso que vim aqui! Vim dar &#8220;satisfações&#8221; por ter sumido (e por continuar sumida até não sei quando). Estamos em Junho e cada dia está mais escasso o número de posts por aqui.</p>
<p>É que a vida real anda tomando muito o tempo.</p>
<p>Vou casar daqui a pouco (pouco mais de 4 meses) e estou organizando praticamente tudo junto com meu noivo, eu e ele, ele e eu. Ou seja, o tempo livre vai todo para o assunto&#8230; casamento.</p>
<p>Mesmo assim, até o <a href="http://tamaraedaniel.com">site do casamento</a> ainda não está no ritmo que deveria!</p>
<p>Além de respirar casamento eu também &#8220;como&#8221; casamento&#8230; é&#8230; dieta para entrar no vestido que ainda nem escolhi. Na verdade é dieta para entrar em algum vestido, porque desse tamanho e com esse peso só enrolando num lençol branco. Tá, eu sei que vão dizer que eu estava linda de qualquer jeito, mas né? Vamos fazer uma forcinha. E depois disso temos outros planos que necessitam que eu esteja bem fisicamente&#8230;</p>
<p>O problema é que a mesmo acordando 5h da manhã, tentando comer tudo que a Dr. Endocrinologista passou, a balança não está colaborando com a parte dela. Fica lá, parada, olhando para minha cara e dizendo&#8230;  VAI GORDINHA!</p>
<p>Essa semana consegui que ela diminuísse uns dois pontinhos, mas estou apenas em observação, só vou comemorar mesmo quando ela diminuir uns 5, na verdade, quando eu diminuir pelo menos um número do manequim!</p>
<p>O trabalho também entrou numa fase estressante, mas parece que já acabou, por enquanto, e acho que a calmaria deve voltar a reinar. OREMOS!</p>
<p>E a vida vai indo, caminhando contra o vento, sem lenço, mas com documento, senão a polícia reclama.</p>
<p>E eu estou por aqui, na verdade, eu não estou aqui, né? Mas estou lá no <a href="http://twitter.com/tamarasleyne">Twitter</a> e jogando um pouco lá no <a href="http://www.facebook.com/tamara.sleyne">Facebook</a> (quer ser meu vizinho no Cityville?).</p>
<p>Mas eu volto, um dia eu volto!</p>
<p><strong><em>(Ai eu coloco esse post dizendo que um dia eu volto e os posts começam a brotar do nada&#8230; vamos observar!)</em></strong></p>
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		<title>21 de Março de 2011</title>
		<link>http://tamarasleyne.com/2011/04/22/21-de-marco-de-2011/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 00:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tâmara</dc:creator>
				<category><![CDATA[antes que eu me esqueça]]></category>
		<category><![CDATA[meias palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[04:30h da manhã Despertador do celular começa a tocar. Se é que pode chamar de manhã, pois o céu estava negro e a chuva caia copiosamente (finalmente um anúncio de que o verão já está indo embora, mas o calor, &#8230; <a href="http://tamarasleyne.com/2011/04/22/21-de-marco-de-2011/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://tamarasleyne.com/wp-content/uploads/2011/03/post-Clara.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2265" title="SONY DSC" src="http://tamarasleyne.com/wp-content/uploads/2011/03/post-Clara.jpg" alt="" width="491" height="327" /></a></p>
<p><strong>04:30h da manhã</strong></p>
<p>Despertador do celular começa a tocar. Se é que pode chamar de manhã, pois o céu estava negro e a chuva caia copiosamente (finalmente um anúncio de que o verão já está indo embora, mas o calor, bom, esse continua).</p>
<p>Penso, como todo dia, se devo levantar ou não, a vontade de continuar na cama era grande demais, continuei ali, olhando a chuva e pensando na vida&#8230;</p>
<p>Espero o segundo despertar do celular, 10 minutos depois, e levanto, ainda cambaleando de sono. Tomo banho, não lavei o cabelo, porque com aquela preguiça eu não iria terminar tão cedo e iria me atrasar.</p>
<p>Visto a roupa já selecionada na noite anterior, vou até a cozinha e pego meu energético e começo a tomar. Até hoje não sei porque tomo energético, não faz efeito nenhum sobre a minha pessoa, assim como maracujá, concentrado ou não, ele e nada é a mesma coisa para me acalmar ou dar sono.</p>
<p>Vou até o banheiro, escovo os dentes, penteio o cabelo e largo a lata de energético vazia lá<del>, onde ficou por alguns dias</del>.</p>
<p>Pego o celular e minha &#8220;mala&#8221; contendo: casaco, livro, câmera fotográfica e um <em>brownie</em> que fiz no dia anterior.</p>
<p>Pequena pausa: fiz o <em>brownie</em> com amendoim, porque castanha estava muito cara. Fim da pausa.</p>
<p><span id="more-2262"></span><strong>5:05h</strong></p>
<p><strong> </strong>Entro no carro e ligo para Carol, que pela voz, estava mais dormindo que acordada.<br />
<em> </em></p>
<p><em>- Carol, estou saindo de casa, você está pronta?</em><br />
<em>- Estou vestindo a roupa&#8230;</em><br />
<em>- Em 10 minutos estou aí!</em></p>
<p>Fui bem devagar até a casa de Carol, primeiro porque odeio dirigir a noite, coisa de quem tem astigmatismo e também por causa da chuva.</p>
<p><strong>05:17h</strong></p>
<p>Chego na porta do prédio de Carol, aguardo alguns minutos até ela descer e ela já vem disparando:<br />
<em> </em></p>
<p><em>- Quase desisti de ir, ia deixar para ir mais tarde&#8230; umas 9h!</em></p>
<p>Sono define nós duas, mas vamos lá!</p>
<p>Todo o caminho até a maternidade foi debaixo de chuva, como é estranho dirigir em Salvador enquanto a maioria das pessoas ainda dorme. Carol disse que eu estava muito agoniada, não achei, estava tão devagar&#8230; Mas quando o caminho que tenho que fazer não é habitual, sempre fico um pouco tensa mesmo. Ou será que foi porque eu passei direto em dois sinais vermelhos? Poxa, ainda era madrugada, nem tinha sol ainda e eu ia parar o carro no sinal? Prefiro a multa!</p>
<p>Chegamos lá e não sabíamos onde tinha lugar para estacionar. O estacionamento pago, que fica em frente a maternidade, ainda estava fechado, vi que saída do estacionamento da Perini (famosa <em>delicatessen</em> de Salvador) estava aberta, imaginei que a entrada também estaria e dei a volta.</p>
<p>Estava fechada&#8230; pensamos rápido e decidimos entrar na Perini pela saída mesmo, passamos óleo de peroba na cara e lá fomos nós.</p>
<p>Estacionei o carro e ainda chovia, eu toda lesa, demorei de sair e pegar minha &#8220;mala&#8221; e ainda larguei a chave na ignição e Carol me dando pressa:</p>
<p><em>- Bora Tam, bora!</em></p>
<p>Só depois entendi que era porque o segurança estava olhando para gente. Continuei com minha cara de pau e sai do estacionamento e seguimos até a maternidade. (Todo mundo que chegava depois reclamava de estacionamento e dizia que foram barrados pelo segurança da Perini. Pensamento: Vai ver ele ficou com preguiça de tomar chuva para barrar a gente, né?)</p>
<p><strong>5:45h (hora aproximada)</strong></p>
<p><strong> </strong> Chegamos lá e fomos até o quarto que Nanda já estava prontinha para ir pro centro cirúrgico.</p>
<p>Rodrigo, o pai, parecia estar bastante apreensivo.</p>
<p>Nanda achou que tudo ia atrasar, porque até então ninguém veio dar um &#8220;Oi&#8221;, só o pessoal que veio prepará-la.</p>
<p>Logo depois a mãe de Nanda chegou. Então eu comecei a disparar fotos para todos os lados: enquanto Nanda colocava as datas nas lembrancinhas, o futuro pai andava de um lado para o outro&#8230;</p>
<p>Mas logo apareceu o enfermeiro para avisar que não ia demorar muito para ela ir pro centro cirúrgico.</p>
<p>Fotos finais e lágrimas por todos os lados!</p>
<p><strong>6h  (hora aproximada)</strong></p>
<p>Nanda e Rodrigo seguem para o centro cirúrgico. Eu, Carol, Vovó e Vovô Torto seguimos para a sala de espera.</p>
<p>Logo chegou Silvia (irmã de Nanda) e uma Tia, que agora não me recordo o nome.</p>
<p>Ficamos tentando ver o que dava do parto pela janela do centro cirúrgico, já que a persiana só iria abrir depois que Clara nascesse.</p>
<p>Ficamos nós cinco lá espiando, espiando&#8230;</p>
<p>Silvia ligou para a pai, que mora em Fortaleza e de repente, não mais que de repente&#8230;</p>
<p><strong>07:01h</strong></p>
<p>&#8230;Carol começa a gritar, olho para ela e ela está vermelha que nem um pimentão: &#8220;OLHA ELA, OLHA ELA!&#8221;</p>
<p>Demorei alguns segundos para entender que &#8220;ELA&#8221; era Clara, que tinha acabado de nascer.</p>
<p>Gritava Carol, gritava Silvia no telefone com o pai, chorava a mãe de Nanda e eu ainda não sabia o que fazer.</p>
<p>Daí em diante eu só fazia &#8220;bater&#8221; foto, fotos, fotos e mais fotos&#8230; Quando eu pensava em descansar e contemplar Clara um pouco&#8230; Carol ou Silvia me cutucava: Tira foto, tira foto!</p>
<p>Enquanto isso, Nanda lá na mesa cirúrgica vendo a euforia de todos sem poder participar.</p>
<p>Peguei alguns lances dela olhando para Clara, pena que o suporte ficou na frente e não deixou que fosse uma daquelas fotos lindíssimas, mas&#8230;</p>
<p>E finalmente o pai babão chegou ao centro cirúrgico.</p>
<p>Meio sem saber o que fazer, se via a filha, ou a mulher, ou ficava parado.</p>
<p>Rodrigo se dizia tão preparado que na hora todo o treinamento prévio não serviu para nada!</p>
<p>Depois de um tempo, tirou a filmadora do bolso, aquela que iria gravar TODO  o parto e foi fazer umas tomadas da pequena Clara e da Mamãe Nanda.</p>
<p>Engraçado foi a hora que enfermeira veio entregar a filha pro pai, ele não tinha ideia do que fazer com as duas mãos&#8230;</p>
<p>É muito divertido para quem está de fora, pode ter certeza!</p>
<p><strong>8h (hora aproximada)</strong></p>
<p>Neném vai para o berçário, fecham a cortina e corre todo mundo junto para não deixar Clara sozinha um minuto.</p>
<p>A mãe de Nanda resolve descer para tentar ver como ia o fim da cirurgia e fui junto.</p>
<p>Dona <del>Uilde (escrevi certo?)</del> Wilde contou como estava angustiada e ansiosa para que corresse tudo bem com a filha e a netinha dela, que algumas pessoas  falaram mil e uma coisas que poderia dar errado.  E danou-se a chorar!</p>
<p>Quando finalmente levaram Nanda da sala cirúrgica, corremos para o quarto, mas a moça disse que ia demorar um pouco até ela subir.</p>
<p>Voltamos para o berçário, e era hora do banho de Clara.</p>
<p>Como chora alto essa menina, viu? Quando tiver com fome vai gritar muito no pé do ouvido de Nanda e Digo!</p>
<p>Eu tirei tanta foto do banho que os meninos do trabalho falaram que era praticamente um filme, mas né? Que posso fazer? rs</p>
<p>Nessa hora lembrei do <em>brownie</em> que fiz e estava lá, largado na bolsa, comi um pedaço, Carol outro e Silvia outro. No final das contas, foram os meninos do trabalho que cairam matando no fim do dia! <img src='http://tamarasleyne.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>9h (hora aproximada)</strong></p>
<p>Subi para o quarto de Nanda, e ela já estava lá, se recuperando da anestesia e com uns olhinhos de &#8220;cadê minha filha?&#8221;.</p>
<p>Falei que estava tudo bem, que ela já tinha tomado banho e estava sendo monitorada. Para que Nanda não conversasse muito, voltei para o berçário.</p>
<p><strong>10h (hora aproximada)</strong></p>
<p>Carol começa a sentir tonteira de fome e eu mando ela ir comer algo. Silvinha a chama para ir a lanchonete pois também estava com fome. Mas Carol não queria largar Clara &#8220;sozinha&#8221; de jeito nenhum.</p>
<p>Foi difícil convencê-la de que ela precisava comer para continuar em pé e manter a vigília a Clara.  Ela foi, não antes de me fazer prometer que não desgrudaria o olho de Clara, nem para piscar.</p>
<p>Foi nesse momento que a pediatra veio examinar Clara para &#8220;dar alta&#8221; do berçário. E é um estica e puxa, olha para lá e para cá, apaga luz, joga luz no olho da menina, coitada&#8230; enfim libera para a enfermeira furar a orelhinha.</p>
<p>Nessa hora, Rodrigo já estava do meu lado e disse que não aguentaria olhar a enfermeira fazer aquilo, mas coitado, nem dava para ver.</p>
<p>Depois de estar devidamente de orelhinha furada, a enfermeira vestiu Clarinha de rosa, que eu esperava que ia ser de amarelo, já que o enxoval todo foi feito em amarelo!!</p>
<p>Fez um charutinho (mães e curiosas em maternidade devem saber o que é) e colocou Clara de volta no berço.</p>
<p>Carol e Silvia voltaram da lanchonete. E Carol ficou revoltada por ter perdido este momento.</p>
<p><strong>11h (hora aproximada)</strong></p>
<p>Fui para o quarto ficar com Nanda e esperar a pequena chegar.</p>
<p>E como demorou&#8230;</p>
<p>Fiquei imaginando, que quando chegar a minha vez,  vou ter que praticar a paciência nessas horas longe do meu bebê.</p>
<p>E era quase meio dia quando a pequena chegou!</p>
<p>Veio a enfermeira com algumas recomendações e logo em seguida veio a fisioterapeuta com um mundo de recomendações, mas disse que apesar dela ter dito um monte de coisa, que ela não precisava lembrar de tudo. Ufa!</p>
<p>O mais importante foi ensinar a posição da criança no peito e Clara, menina esperta, pegou logo de primeira!!</p>
<p>Aproveitamos a mamada para tirar mais umas trocentas fotos, com avós, titias e papai.</p>
<p><strong>12:30h</strong></p>
<p>Chegou a hora de ir embora. Carol e eu voltamos para o trabalho e eu fui só porque tinha uma reunião com o cliente.</p>
<p>Estava muito cansada, foi muita emoção para um dia só!</p>
<p>No fim do dia, cheguei em casa com muita dor nas pernas e sem entender o porquê, só depois lembrei que fiquei em pé das 6 às 12:30h, sem sentar direito, é mole?</p>
<p><strong>E assim foi o dia que Clara nasceu.</strong></p>
<p>E ontem Clarinha completou seu primeiro mês de vida nesse mundo louco. E eu enrolei um mês para terminar esse post, acho que até esqueci alguns detalhes.</p>
<p>Só sei que 21 de Março de 2011 foi um dia que jamais esquecerei.</p>
<p>Acompanhei a gravidez de Nanda desde o início, desde as primeiras tentativas falhas,  desde o dia que ela mentiu para mim dizendo que o exame tinha dado negativo! <img src='http://tamarasleyne.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Os enjôos, o segredo até o terceiro mês, a vontade de não querer comer no restaurante da repartição,  a preparação do enxoval, as estripulias de Clara na barriga de Nanda na hora do almoço e as estripulias (controladas) de Nanda durante a gravidez.  Sem contar todas as tentativas de Nanda de fazer com que Clara virasse e nascesse de parto normal, foi só o detalhe que faltou.</p>
<p>Aprendi a enxergar uma ultrassom, aprendi que bebê na barriga da mãe tem soluço e faz <del>cocô</del> xixi!</p>
<p>E tenho aprendido muito junto com Nanda e Clara!</p>
<p>E agora vou acompanhar Clarinha crescendo e se desenvolvendo!</p>
<p>Mas o que quero mesmo é fazer de tudo para que a primeira palavra dela seja &#8220;Titiaaa&#8221;!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Analista de Sistemas</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 00:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tâmara</dc:creator>
				<category><![CDATA[meias palavras]]></category>
		<category><![CDATA[[in]utilidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que muitos já leram essa historinha ai por email ou Buzz, mas coloco aqui só para registrar a vida de um analista de sistemas, que por acaso eu sou uma! Um homem anda por uma estrada próxima a uma &#8230; <a href="http://tamarasleyne.com/2011/03/29/o-analista-de-sistemas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que muitos já leram essa historinha ai por email ou Buzz, mas coloco aqui só para registrar a vida de um analista de sistemas, que por acaso eu sou uma!</p>
<blockquote><p>Um homem anda por uma estrada próxima a uma cidade, quando percebe, a pouca distância, um balão voando baixo. O balonista lhe acena desesperadamente, consegue fazer o balão baixar o máximo possível e lhe grita:<br />
- Ei você, poderia ajudar-me? Prometi a um amigo que me encontraria com ele às duas da tarde, porém já são duas e meia e nem sei onde estou. Poderia me dizer onde me encontro?<br />
O outro homem, com muita cortesia, respondeu:<br />
- Mas claro que posso ajudá-lo! Você se encontra em um balão de ar quente, flutuando a uns vinte metros acima da estrada. Está a quarenta graus de latitude norte e a cinqüenta e oito graus de longitude oeste.<br />
O balonista escuta com atenção e depois pergunta-lhe com um sorriso:<br />
- Amigo, você trabalha como analista de sistemas?<br />
- Sim, senhor, ao seu dispor! Como conseguiu adivinhar?<br />
- Porque tudo o que você me disse está perfeito e tecnicamente correto, porém esta informação me é totalmente inútil, pois continuo perdido. Será que você não tem uma resposta mais satisfatória?<br />
O analista fica calado por alguns segundos e finalmente pergunta ao balonista:<br />
- E você, não seria por acaso um gerente?<br />
- Sim, por um acaso sou um gerente. Por que?<br />
- Ah, foi muito fácil! Veja só: Você não sabe onde está e nem para onde vai. Fez uma promessa da qual não tem a mínima idéia de como irá cumprir e ainda por cima espera que outra pessoa resolva o seu problema. Continua exatamente tão perdido quanto antes de me perguntar. Porém, agora, por um estranho motivo, a culpa passou a ser minha&#8230;</p></blockquote>
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		<title>Recomendação de Leitura</title>
		<link>http://tamarasleyne.com/2011/03/28/recomendacao-de-leitura/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 15:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tâmara</dc:creator>
				<category><![CDATA[meias palavras]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aqueles blogs que podem virar livro muito facilmente? (Quer que seu blog vire livro? Pergunte a Bel!) Então, tem um blog que gostaria de recomendar a leitura a vocês, mas só vale se for desde o primeiro post! O &#8230; <a href="http://tamarasleyne.com/2011/03/28/recomendacao-de-leitura/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aqueles blogs que podem virar livro muito facilmente? (Quer que seu blog vire livro? Pergunte a <a href="http://deixoler.wordpress.com/2011/02/01/o-livro/">Bel</a>!)</p>
<p>Então, tem um blog que gostaria de recomendar a leitura a vocês, mas só vale se for desde o primeiro post!</p>
<p>O <strong><a href="http://vidanormal.blogspot.com/">VidAnormal</a></strong> conta a história de uma menininha de 8 anos e sua luta contra o câncer, tudo narrado <strong>DETALHADAMENTE</strong> pela sua mãe.</p>
<p>Eu passei horas no feriado do Carnaval  lendo o blog desde o começo, e de lá para cá não paro de ler.</p>
<p>Os posts são enormes, mas você devora como se fosse um bom livro mesmo.</p>
<p>E chora junto e ri junto e torce junto!</p>
<p>A história da pequena Ana Luiza faz você lembrar que reclamar do engarrafamento, do calor, da falta do que fazer é tão pequeno perto da falta de saúde.<br />
E a pequena te dá uma lição de moral.</p>
<p>Diante dos seus 8 anos ela mostra uma vontade imensa de viver, tão grande quanto seu discernimento e compreensão de tudo que ela está passando. Uma postura que acho difícil encontrar em muitos adultos por ai.</p>
<p>A história mostra também que a internet, que alguns julgam inútil, tem sim uma grande utilidade no mundo de hoje. Basta saber usá-la!</p>
<p>E também mostra que um pequeno gesto nosso pode salvar muita gente. Pode ser clichê, mas é verdade.</p>
<p><strong><a href="http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=119">Doe Sangue</a>! </strong>Independente para quem vá!</p>
<p>Aproveitando, quando tiver no Banco de Sangue, se cadastre para ser <strong><a href="http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=64">doador de medula óssea</a>.</strong></p>
<p>No mais&#8230; <strong>#<a href="https://twitter.com/#!/search/%23for%C3%A7aanaluiza">FORÇAANALUIZA</a><br />
</strong></p>
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