a gente é que gosta de complicar!
pelo mundo
Gênova – O Caminho
Aug 23rd
Está na hora de voltar com os posts sobre meus passeios na Europa, não acham?
Então vamos lá!
Para quem está chegando agora, essa pessoa que escreve não está seguindo a ordem cronológica, então cuidado para não se perder!
Vou falar agora sobre as cidades que conheci na Itália, foram só duas, só Gênova e Turin (Turim, em português, mas eu acho com N mais bonito, posso?), mas foram boas experiências, cada uma a sua maneira, quer ver?
Quando a gente estava decidindo qual seria o roteiro de viagem, para o fim de ano de 2008, só sabíamos que iríamos passar o Natal em Antibes-França e o Reveillon em Paris. Resolvemos então, dar uma passadinha na Itália, já que Antibes fica no sul da França, bem pertinho.
Íamos para Milão e Veneza, mas ia ficar uma contramão retada e tínhamos poucos dias. Aí resolvemos ir a Turin e Gênova e deixamos A Itália famosa para uma viagem mais tranquila.
Ah. deixa eu contar a história de como quase não chegamos a Gênova.
Estávamos em Antibes, iríamos até Nice pegar o trem para Gênova. A tia de Daniel disse que ia com a gente até Nice, pois os trens poderiam estar em greve. Pensei: “Oxe, greve no 1º Mundo? Deve ser só de fachada!” Que nada, depois vi que a coisa é bem séria por lá.
Chegamos em Nice e pimba, trens em greve, e a gente comprou a passagem pela internet com meses de antecedência. Estava uma bagunça danada! Como não sabíamos falar francês nenhum, além do básico Bom Dia(Bonjour), obrigado(Merci), desculpa(Pardon!), por favor(S´il vous plaît), a tia de Daniel foi nossa salvação. Foram varias idas e vindas até ela dizer que era para gente pegar o trem que estava saindo, mas tínhamos que descer na cidade de fronteira, que esqueci agora, mas era a primeira parada na Itália, em Ventimiglia, Itália, e de lá pegar outro trem para Gênova.
Como assim? Em Nice, tudo bem, pois tinha alguém para falar francês, mas na fronteira, numa cidade da Itália… falar italiano? Dio Mio!
Chegamos nesta cidade, descemos do trem, procuramos nos informar qual trem iríamos pegar, e falaram que era o trem que estava marcado na passagem. Hã?
Fomos para plataforma, e tinha um trem parado, o número batia com o número da passagem, mas olha, como confiar? Aí era a minha vez de manter contato com os nativos. Pense na situação!
Então eu vi uns caras saindo do trem parado, eram funcionários da estação e fui ao encontro deles. Já cheguei tentando dizer que não falava italiano e mostrando a passagem. Eles riram! Depois olharam minha passagem e apontaram para o trem e acho que falaram algo como “O trem já vai sair”. Grazie!
E lá fomos nós! Entramos no trem, sentamos na nossa poltrona e o caminho era Gênova.
O engraçado foi que chegou um casal para dividir cabine com a gente. Engraçado, porque a mulher parecia o Mr. Bean, sério, era muito parecida! Queria ter a cara de pau de tirar uma foto dela! E ficava procurando uma câmera escondida, vai que era pegadinha do Malandro? E a mulher inventou de puxar conversa comigo, pense! Não lembro mais de onde ela era, mas lembro que ela falou que iam para Roma e queria que eu soubesse quanto tempo ia levar para chegar lá! Oi? Aí eu fingi que estava dormindo, senão a gente ia ficar naquele papo maluco até chegar em Gênova.
E chegamos, ufa!
Alpes – Cotê D’Azur – Gréolières les Neiges
Jun 10th
Essa não foi a primeira estação de esqui que fui, também não foi a primeira vez que vi neve, a primeira vez foi na Espanha, mas como nesse blog a ordem cronológica das coisas não é respeitada, vai assim mesmo! Continue Lendo! >
Cotê D’Azur – Antibes
Jun 7th
Então, eu comecei a falar aqui, depois contei o contratempo super TENSO aqui, mas agora vamos ao que interessa, não é? Chegamos no aeroporto de Nice e em poucos minutos chegamos a Antibes. Uma cidadezinha fofa, banhada pelo Mediterrâneo, entre Nice e Cannes. O que mais me encantou nesta cidade é que olhando para um lado tinha mar e para o outro montanha.
TENSO ou Entrando para as estatísticas
May 18th
Tinha acabado de chegar em Lisboa, pela segunda vez, para passar o fim de ano com namorado.
Íamos passar o Natal no sul da França, na casa da tia do namorado. Compramos as passagens aéreas na TAP, porque já conhecíamos a empresa, né?
Um dos amigos do namorado, piloto da TAP, achou estranho esse nosso itinerário(Lisboa-Nice) e disse que provavelmente iríamos de Portugália, uma empresa portuguesa que a TAP administra. Até ai tudo bem!
Chegou o dia da viagem e lá fomos nós! Para começar, o atendente do guichê da TAP deve ter acordado com o ovo virado e não foi muito com nossa cara, infernizando porque, como não íamos voltar pela TAP, tínhamos que apresentar o comprovante de volta para Lisboa, me faça uma garapa, né? A pessoa passa pela imigração sem problemas e vem um atendente da TAP encher o saco… mudamos de fila e de atendente e só conseguimos ter as passagens emitidas após o rapaz ligar para a central da TAP e confirmar minha passagem de volta para o Brasil. Tá, resumi porque não é isso exatamente que quero contar.
Depois desse impasse resolvido, vamos que vamos, que a França nos aguarda.
Na hora do embarque, confirmada a suspeita, o avião não era da TAP, era da Portugália, um Fokker 100. Gente, esse avião é estranho, e esse em especial era velhinho. Sentamos ao lado de onde ficava a cadeira da aeromoça, e perto da turbina.
Cintos apertados, permissão para decolar, e lá fomos nós. Nunca tinha viajado de Fokker 100, mas aquele avião fazia uma zuada insuportável, nem dava para conversar direito e namorado dizendo que era normal.
De repente e não mais que de repente… sobrevoando o Rio Tejo, o avião faz uma “curva”. Oxe, como assim?! Namorado disse que não percebeu nada, mas eu sim!
E aí veio o comunicado do comandante: “Senhores Passageiros, -vários sons de chiados- devidos a problemas técnicos, – mais sons de chiados, estamos retornando a Lisboa. ” MOMENTOS DE TENSÃO: COMO ASSIM, PROBLEMAS TÉCNICOS????????????????
A aeromoça corre e senta no seu banquinho e aperta o cinto.
Segurei na mão do namorado e comecei a rezar, não tinha mais nada para fazer. Mas antes, olhei pro namorado e disse: “Eu não disse que estava estranho esse barulho?”
Foram uns 5 minutos sobrevoando a bela Lisboa, aguardando a permissão para pouso. Enfim, de volta a terra firme. Namorado olha para minha cara e fala: “Mo, somos aquela fatia que passa por problema técnico num avião e sobrevive!” – Ah tá!! Grata pela parte que me toca!
Neste momento, vem o chefe dos comissários de bordo, põe a mão na aeromoça(ainda chama de aeromoça?) e fala: “Tudo bem?”, e a mocinha dá aquela respiração de alivio multiplicado com medo e fala: “Agora sim!”. ALÔÔÔ!! Tem passageiro do lado. Obrigada por passar tanta confiança!
Depois vem outro comissário oferecendo agua, perguntando se está tudo bem, se precisamos de algo e que assim que tivesse mais informações passariam para gente.
Minutos depois, comandante informa que iríamos descer da aeronave porque não sabiam quanto tempo ia demorar para resolver o problema.
Olho pro namorado e digo: “Ele quer que eu volte nesse avião? NOT” e olho lado de fora e vejo um outro avião da Portugália, só que era daqueles de hélice. Olhei pro namorado e falei: NAQUELE ALI É QUE EU NÃO VOU MESMO!! E nada de desembarcar! Naquele tédio fiquei olhando para pista, e vi chegar uns caras e um com uma ferramenta na mão, futucaram o avião e foram embora. Cinco minutos depois somos informados que o problema foi resolvido e que voaríamos em minutos. Fiquei pensando: O cara veio, apertou uns 2 parafusos e pronto?
E pronto, subimos, voamos, com menos barulho, e chegamos em Nice…
Passado susto, pensei, olha que chique que ia ser morrer na Europa, indo para França? Sou besta, né? ALOKA
Melhor continuar contando as histórias das viagens! Vamo que vamo!
Cotê D’Azur
May 18th
Como eu estou na França… oh, como eu estou fa-lan-do da França e ordem cronológica aqui nesse blog não é levada a sério, vou falar aqui do sul da França, da Riviera Francesa, da Cotê D’Azur(é tudo uma coisa só, viu gente?) .
Tá, eu não conheci toda a Cotê D’Azur, fui passar o Natal de 2008 com o namorado e a família da tia dele que mora em Antibes, uma cidadezinha cute – cute da Cotê D’Azur, pertinho de Nice.
Chegamos lá… Ops! Para tudo!!! Preciso contar como chegamos lá! Prometo momentos de tensão…
Então vamos parar esse post por aqui e depois a gente volta!


