*foto gentilmente surrupiada do orkut alheio

Esse ano eu não pulei carnaval! Mas na sexta-feira de carnaval fomos dar uma olhada na rua! A foto ai de cima foi tirar por Geloca, a secretária do colegiado da minha faculdade(que terminei há 5 anos), que encontramos por acaso no meio de 1 milhão de pessoas!

E sabe como é ficar na pipoca no carnaval de Salvador, né? Tem que procurar um bom lugar, sossegado(oi?), que dê pra gente espiar a folia sem muito estress.

Então, estávamos lá, quietinhos, vendo os blocos passarem, e o Nana Banana passou!  Como estávamos no final do circuito, alguns foliões já deixaram o bloco por ali mesmo. Vi um rapaz tirar um “saquinho” de dentro do short e pegar dinheiro para comprar alguma coisa. Depois o mesmo rapaz estava, digamos que, namorando calorosamente com uma moça. E depois sumiu!

Momentos depois um dos meus amigos viu no chão o saquinho do rapaz, pegamos e vimos que tinha, além de dinheiro, cartão de crédito, carteira de motorista e celular. E agora? Que faremos com aquilo?!? Pensamos em levar pra casa e entrar em contato com algum número do celular, mas íamos viajar no dia seguinte, não ia dar certo! E o cara era de Brasília! Ficamos pensando e decidimos que íamos deixar o saquinho no módulo da polícia responsável por documentos perdidos.

Minutos depois, quem passa pelo outro lado da avenida?!? O sortudo que perdeu os documentos, e o menino estava desorientado e lamentando alguma coisa, não tive dúvidas, era ele. Irmão saiu correndo até alcançá-lo e ele veio ao nosso encontro.

Conferimos o nome e devolvemos os documentos do rapaz, ele ficou muito agradecido e junto com o efeito do álcool, abraçou os meninos e disse que achava que a moça que ele estava namorando fogosamente  tinha roubado os documentos dele, é mole?! Ofereceu cerveja aos meninos, que recusaram, e foi embora…

Fiquei pensando, amanhã de manhã, das duas uma, ou ele vai ver que perdeu de novo os documentos ou não ter lembrança nenhuma do que aconteceu!

E fica a dica: Nem todo mundo é que nem a turma ai da foto, que acha celular, cartão de crédito e dinheiro e fica preocupado em devolver! Sorte do mocinho de Brasília!